Abílio Pereira de Almeida
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Abilio Pereira de Almeida (São Paulo, 26 de fevereiro de 1906 — São Paulo, 12 de maio de 1977) foi um autor, produtor, ator e diretor teatral brasileiro.
Formado em Direito pela Universidade de São Paulo, começou como ator em montagens beneficentes de Alfredo Mesquita. Juntos eles fundam o Grupo de Teatro Experimental, o GTE.
Foi um dos fundadores do Teatro Brasileiro de Comédia, o TBC, não só como ator mas principalmente como autor com a peça ”A Mulher do Próximo“, estrelada por Cacilda Becker.
No TBC encena também de sua autoria, “Paiol Velho“, “Santa Marta Fabril“, e “Rua São Luís, 27“. Vai para a Companhia Vera Cruz onde participa como ator dos filmes Caiçara, Terra É Sempre Terra, Angela, Tico-Tico no Fubá, Apassionata e Sai da Frente — que lançouMazzaropi.
Produziu filmes importantes pela Brasil Filmes no final da década de 50 como “Moral em concordata“, “O Sobrado” e “Estranho Encontro“. No primeiro filme se destaca Odete Lara, de cuja carreira foi um dos principais incentivadores.
Escreveu várias peças para outras companhias como “Dona Violante Miranda” que virou filme com Dercy Gonçalves, “O Comício“, “Os Marginalizados“, “O Bezerro de Ouro“, “Círculo de Champagne” e “Licor de Maracujá“.
Abílio Pereira de Almeida suicidou-se aos 71 anos em São Paulo em 1977. Ele completaria cem anos em 2006 e foi homenageado pelo diretorSilnei Siqueira com uma nova montagem de “Moral em Concordata”.
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Extraído de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Abílio_Pereira_de_Almeida
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Ademar Gonzaga
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Ademar Gonzaga (1901-1978) foi um cineasta e jornalista brasileiro. Nasceu no Rio de Janeiro, cidade onde, nos anos 1920, formou o primeiro clube de cinema do país, o Paredão. Criou a prestigiada revista Cinearte (1926-1942), que defendia para o cinema brasileiro padrões estéticos semelhantes aos dos filmes norte-americanos.
Fez estágios em Hollywood e fundou, em 1930, os estúdios da Cinédia, primeira tentativa de industrializar a produção cinematográfica no país.
Produziu mais de 50 filmes de diretores como Humberto Mauro, Gilda de Abreu e Luís de Barros. Dirigiu, entre outros, o drama “Barro Humano“ (1929) e quatro comédias musicais que inspirariam as chanchadas dos anos 50, com destaque para o clássico “Alô, Alô Carnaval“1936, estrelado por Carmen Miranda e sua irmã Aurora Miranda, onde elas cantam o clássico “Cantoras do Rádio” e outros ídolos do rádio.
A Cinédia sobreviveu até os dias atuais, servindo principalmente à televisão e abrigando precioso arquivo sobre o cinema no Brasil.
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Adolfo Celi
Teve grande importância no teatro e no cinema brasileiros nas décadas de 50 e 60.
Celi foi o primeiro diretor artístico do Teatro Brasileiro de Comédia (TBC), em 1949, recém-chegado da Itália. Veio recomendado por Franco Zampari, criador do TBC e da Companhia Cinematográfica Vera Cruz.
Foi casado com as grandes atrizes Cacilda Becker e Tônia Carrero. Com Tônia e Paulo Autran fundou, em 1956, a companhia de teatro Tonia-Celi-Autran.
Na Companhia Vera Cruz filmou Caiçara e Tico-Tico no Fubá, ambos na década de 50, e dois sucessos de bilheteria e de crítica.
Em 1961, após se separar de Tônia e encerrar a sociedade com ela e Paulo Autran, Adolfo Celi retornou à Itália e reiniciou sua carreira de ator. Participou de filmes como Este Mundo é dos Loucos, Brancaleone nas Cruzadas, 007 Contra a Chantagem Atômica e O Fantasma da Liberdade.
No fim da década de 70 ele retornou ao Brasil para dirigir o amigo e ex-sócio Paulo Autran em uma comédia de sucesso, Pato com Laranja, que inaugurou o Teatro Villa-Lobos, no Rio de Janeiro. Em São Paulo a peça fez uma longa temporada com Autran, Eva Wilma e Karin Rodrigues no elenco.
Ele foi vitimado por uma crise cardíaca.
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Adriano Stuart
Adriano Stuart, nome artístico de Adriano Roberto Canales (Quatá, São Paulo, 19 de fevereiro de 1944) é um cineasta, ator e diretor de televisão brasileiro. De família de artistas, é filho dos atores Walter Stuart e Mora Stuart.
Filmografia
Como diretor
- 1989 - Fofão e a Nave Sem Rumo
- 1983 - As Aventuras de Mário Fofoca
- 1982 - Um Casal de Três
- 1981 - O Incrível Monstro Trapalhão
- 1980 - Os Três Mosqueteiros Trapalhões
- 1980 - O Rei e os Trapalhões
- 1979 - O Cinderelo Trapalhão
- 1978 - A Noite dos Duros
- 1978 - Os Trapalhões na guerra dos planetas
- 1976 - Já Não Se Faz Amor Como Antigamente
- 1976 - Bacalhau
- 1976 - Sabendo Usar Não Vai Faltar
- 1975 - Kung Fu Contra as Bonecas
- 1975 - Cada um Dá o que Tem
Como ator
- 2006 - Boleiros 2 – vencedores e vencidos, dirigido por Ugo Giorgetti
- 2004 - Garotas do ABC, dirigido por Carlos Reichenbach
- 2002 - O Príncipe, dirigido por Ugo Giorgetti
- 2001 - Urbania, dirigido por Flavio Frederico
- 1998 - Boleiros – era uma vez o futebol…, dirigido por Ugo Giorgetti
- 1997 - Os matadores, dirigido por Beto Brant
- 1992 – Dudu Nasceu (curta-metragem), dirigido por João Batista de Andrade
- 1989 - Festa, dirigido por Ugo Giorgetti
- 1977 - Chão Bruto, dirigido por Dionísio Azevedo
- 1976 - Bacalhau, dirigido por Adriano Stuart
- 1976 - Sabendo Usar Não Vai Faltar, dirigido por Sidnei Paiva Lopes e Francisco Ramalho Junior
- 1975 - Kung Fu Contra as Bonecas, dirigido por Adriano Stuart
- 1975 - Cada um Dá o que Tem, dirigido por Silvio de Abreu, John Herbert e Adriano Stuart
- 1974 - Exorcismo Negro, dirigido por José Mojica Marins
- 1964 - Meu Japão Brasileiro, dirigido por Glauco Mirko Laurelli
- 1956 - O Sobrado, dirigido por Walter George Durst e Cassiano Gabus Mendes
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Extraído de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Adriano_Stuart
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Afonso Brazza
Biografia
José Afonso dos Santos Filho, também conhecido como Afonso Brazza e Rambo do Cerrado, (São João do Piauí, 1955 — Brasília, 29 de julho de 2003) foi um ator e cineasta brasileiro. Teve infância difícil no Gama, região administrativa do Distrito Federal, para onde seus pais migraram. Faleceu com apenas 48 anos, vítima de parada cardiorrespiratória causada por um câncer no esôfago.
Aos doze anos, em 1969, deixa o Gama em direção a São Paulo, onde conhece José Mojica Marins, o Zé do Caixão, que o integra ao meio cinematogáfico. Trabalha numa pastelaria de manhã e, à tarde, freqüenta a “boca do lixo“, participando da equipe técnica e elenco de produções assinadas por David Cardoso, Tony Vieira e Ozualdo Candeias.
De volta a Brasília, casado com a atriz Claudete Joubert, tornou-se bombeiro por profissão, mas resolve ser cineasta por opção. Depois de algumas incursões solitárias, o casal Brazza e Joubert estreiam em Inferno no Gama (1993). Com parcos recursos, o cineasta filmava com negativos quase vencidos.
Perguntado sobre a fama, respondeu: “Eu não quero fama. Eu quero estar sempre na memória das pessoas, mas lentamente. A fama leva à destruição, é instantânea e, por isso mesmo, faz mal, faz você passar por cima de tudo, inclusive dos amigos. A fama é curta. Eu quero admiração e respeito. é uma fama simples, do meu jeito”.
Seu filme Tortura Selvagem custou 240 mil reais, um recorde para os padrões de Brazza. Em Brasília, o filme se manteve em uma sala de cinema por quatro semanas, com mais de dois mil ingressos vendidos, performance não alcançada por seus concorrentes do momento:Memórias Póstumas, de André Klotzel, e Domésticas, de Fernando Meirelles e Nando Olival.
Filmografia
Como diretor:
- 2002 – Fuga sem destino
- 2001 – Tortura selvagem – A grade
- 1998 – O eixo da morte
- 1995 – Gringo não perdoa, mata
- 1993 – Inferno no Gama
- 1991 – Santhion nunca morre
- 1985 – Os Navarros em Trevas de Pistoleiros entre Sexo e Violência
- 1982 – O matador de escravos
Como ator:
- 2002 – Fuga sem destino
- 2001 – Tortura selvagem – A grade
- 2000 – Surfista invisível (curta-metragem)
- 1998 – O eixo da morte
- 1995 – Gringo não perdoa, mata
- 1993 – Inferno no Gama
- 1991 – Santhion nunca morre
- 1985 – Os Navarros em Trevas de Pistoleiros entre Sexo e Violência
- 1982 – O matador de escravos
- 1977 – As Amantes de um Canalha
- 1976 - O Trapalhão no Planalto dos Macacos
- 1976 – Traídas pelo Desejo
- 1975 – A Filha do Padre
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Extraído de: http://pt.wikipedia.org/wiki/Afonso_Brazza
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