Filosofia

Antônio Carvalho Filho

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Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

Antônio Carvalho Filho, mais conhecido como Antônio Carvalho (Lavras21 de março de 1946 — 17 de maio de 2008) foi um radialista,jornalista e filósofo brasileiro.

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Biografia

 

Em 1959 começou a trabalhar como locutor na Rádio Cultura, na própria cidade de Lavras, então em 1968 mudou-se para a São Paulo, com dois objetivos em mente: concluir o curso de Direito e ingressar na famosa Rede Bandeirantes de Rádio, porém seu sonho demorou a se realizar, atuou na Rede Jovem Pan até dezembro de 1969, até que conseguiu entrar na equipe de Alexandre Cadunc, no programa Titulares da Notícia, na sonhada Rádio Bandeirantes.

Em 1972 começou a apresentar o programa Bandeirantes Freqüencia Balançada, grande sucesso das 21 às 23 horas, que ficou no ar por 13 anos, na mesma época em que apresentava o programa Arquivo Musical, que comandou até seus últimos dias. Também integrava a equipe do até hoje existente Jornal Primeira Hora, também apresentava o programa vespertino Acontece.

Em 1977 tratou de apresentar o programa Ciranda na Cidade, cujo objetivo era fazer um balanço entre informações e denúncias sobre a cidade de São Paulo, na época apresentado às 17 horas, nesta mesma época trabalhou na TV Cultura, de São Paulo, como âncora de telejornal. Em 2001 começou a trabalhar no programa Grande Sampa, também da Rádio Bandeirantes, cujo objetivo era trazer informações vespertinas da região metropolitana de São Paulo, e um dos quadros mais requisitados do programa era ‘Conversinha ao pé do ouvido’,Mp3/Blog em —>>http://conversinhaaopedoouvido.blogspot.com/2008/05/filme_11.html cujo Carvalho, filósofomaçom e intregrante da Assosiação Brasileira de Eubiose, dava conselhos e palavras de conforto nas manhãs de seus ouvintes, também durante os anos 2000, até meados de 2004, apresentava a edição de segunda-feira do Bandeirantes à Caminho do Sol, com o quadro ‘Boa Noite esticado’, onde também atendia os ouvintes via E-mail e também os aconselhava.

Filosofias

 

Desde de cedo Carvalho já se interesseva por Direito, mas a área em que mais conseguiu o carinho de seus ouvintes foram com suas “Palavras de Reflexão”, nos últimos anos de sua vida, quando reunia condições físicas para cuidar de seus programas, Antônio Carvalho sempre aconselhava seus ouvintes com rara sabedoria e forma de expressão, costumava dizer que os seres humanos tinham muito o que evoluir, tanto psicologicamente quanto até mesmo fisicamente, também comentava sobre Astrologia e religiões, e pregrava que independente de sua crença, você deve ser uma pessoa mais evoluída possível.

Carvalho era integrante da Sociedade Brasileira de Eubiose, onde se busca formas de viver em paz com a Humanidade e a Natureza, também integrava a Assosiação Sub-Secreta da Maçonaria e também trabalhava em suas filosofias. Uma de suas filosofias mais marcantes era de que, quando falecermos, iríamos depositar todas as nossas experiências em vida em nossa alma para retornarmos, também dizia em tom de brincadeira que as pessoas criminosas eram as que tinham reencarnado poucas vezes ainda.

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Antônio Cícero

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Antonio Cicero Correa Lima (Rio de Janeiro, 1945) é compositor, poeta, filósofo e escritor brasileiro.

Antonio Cicero Correa Lima (Rio de Janeiro, 1945) é compositor, poeta, filósofo e escritor brasileiro.

Estudou Filosofia na UFRJ; posteriormente, graduou-se na Universidade de Londres e pós-graduou-se nos Estados Unidos. Passou a lecionar Filosofia e Lógica, em universidades do Rio de Janeiro.

 

Escreve poesia desde jovem, mas seus poemas só apareceram para o grande público quando sua irmã, a cantora e compositora Marina Limapassou a musicá-los. Antes, porém, já eram suas canções como FullgásPra Começar e À Francesa, as duas primeiras em parceria com sua irmã, e a última com Cláudio Zoli. A partir de então, Cicero tornar-se-ia um dos mais próximos parceiros de Marina. Entre outras parcerias, destacam-se aquelas com Waly SalomãoJoão BoscoOrlando MoraesAdriana Calcanhotto e Lulu Santos (co-autor, junto com Antonio Cicero e Sérgio Souza, do hit O Último Romântico, de 1984).

Em 1982, participou de Tabu, filme de Júlio Bressane.

Em 1995, publicou O Mundo Desde o Fim, uma reflexão sobre a modernidade. Ganhou o Prêmio Nestlé de Literatura Brasileira na categoria estreante, com o volume poético Guardar. Lançou também um CD em 1971Antonio Cicero por Antonio Cicero, onde recita seus poemas. Em2002, participou, junto com outros artistas como Gabriel, O PensadorChico BuarqueRonaldo BastosFernando Brant entre outros, de uma coletânea de quatro CDs em homenagem ao poeta mineiro Carlos Drummond de Andrade.

É colunista do jornal Folha de S. Paulo.

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CiceroAs atividades públicas de Antonio Cicero se repartem entre o domínio da poesia e o da filosofia. Embora escreva poesia desde a adolescência, essa produção não começou a aparecer em periódicos ou livros, mas sim na forma de letras de canções quando poemas seus foram musicados por sua irmã, Marina Lima, que, ao fazê-lo, dava início à sua própria carreira de compositora e cantora. A partir desse momento, sem abdicar de escrever poemas destinados a serem lidos — muitos dos quais acabaram sendo publicados em periódicos — ele passou também a escrever poemas feitos para constituírem as letras das melodias que logo passou a receber, inicialmente de Marina mas logo também de novos parceiros (entre os quais figuram Lulu Santos, Adriana Calcanhoto, Orlando Moraes e João Bosco, por exemplo).    Em 1996, Antonio Cicero reuniu seus próprios poemas prediletos no livro Guardar (ed. Record, Rio de Janeiro), que foi vencedor do Prêmio Nestlé de Literatura, na categoria Estreante. Em 1997, publicou o discoAntonio Cicero por Antonio Cicero (ed. Luz da Cidade, Rio de Janeiro), em que recita poemas de sua autoria. Poemas seus constam da antologia bilíngüe Outras praias / Other Shores (ed. Iluminuras, São Paulo, 1998, organizada por Ricardo Corona), da antologia Esses poetas(ed. Aeroplano, Rio de Janeiro, 1999, organizada por Heloísa Buarque de Hollanda), da antologia 41 poetas do Rio (ed. Funarte, Rio de Janeiro, 1999, organizada por Moacyr Félix), e da coletânea de textos Mais poesia hoje (ed. Universidade Federal Fluminense, Niterói, 1999, organizada por Célia Pedrosa, Cláudia Matos e Evando Nascimento).

 

    De 1991 a 1992, Antonio Cicero foi, junto com o professor Alex Varella, Coordenador de Estética e Teoria das Artes no Galpão das Artes do MAM, onde ministrou diversos cursos e pronunciou inúmeras palestras. Em 1993, concebeu a organização de uma série de ciclos de conferências que reunissem grandes pensadores e artistas em torno de alguns dos temas decisivos deste final de século. Sob a orientação dele e de Waly Salomão, três desses ciclos foram realizados, parte no Rio de Janeiro, parte em São Paulo, reunindo poetas do calibre de João Cabral de Mello Neto, John Ashbery, Haroldo de Campos, Derek Walcott e Joan Brossa, artistas como os diretores Peter Sellars, José Celso Martines Correa e Arnaldo Jabor, e pensadores como Richard Rorty, José Arthur Giannotti, Ernest Gellner, Darcy Ribeiro, Peter Sloterdijk, Hans-Magnus Enzensberger e Tzvetan Todorov, entre outros.

    Em 1994, junto com Waly Salomão, organizou o livro O relativismo enquanto visão do mundo (ed. Francisco Alves, Rio de Janeiro), que reuniu as contribuições referentes a um desses ciclos. No mesmo ano, participou da Bienal Internacional do Livro, de Frankfurt, a convite do Ministério da Cultura, tendo pronunciado na Literaturhaus uma conferência sobre a cultura brasileira. Em 1995, publicou o ensaio filosófico de sua autoria O mundo desde o fim (ed. Francisco Alves, Rio de Janeiro), que discute o conceito de modernidade. Em 1998, publicou, na coletânea organizada por Alberto Pucheu intitulada Poesia (e) filosofia(ed. Sete Letras, Rio de Janeiro), o ensaio “Epos e muthos em Homero”, parte de uma obra mais extensa, ainda inédita, consagrada à poesia grega arcaica. Em 1999 foi publicado o seu ensaio “A época da crítica: Kant, Greenberg e o modernismo”, na coletânea organizada por Ileana Pradilla Cerón e Paulo Reis intitulada Kant: Crítica e estética na modernidade (ed. Senac, São Paulo). No ano de 2000 foi publicado o seu ensaio “Poesia e paisagens urbanas”, na coletânea Mais poesia hoje, organizada por Celia Pedrosa (ed. 7 Letras, Rio de Janeiro). Atualmente, Antonio Cicero se dedica a escrever poemas e ensaios, além de ocasionalmente fazer leituras e palestras em instituições tais como o MAM do Rio de Janeiro, o Museu de Arte Contemporânea de Niterói e o Centro Cultural Banco do Brasil, bem como noutros estados do Brasil.

 

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